Método

Como trabalhamos

Não seguimos frameworks de mercado cegamente. Aplicamos princípios sólidos adaptados a cada contexto. Estrutura sem rigidez.

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Entendimento

Antes de desenhar soluções, entendemos o problema. Contexto de negócio, usuários, restrições técnicas, sistemas existentes. Perguntas antes de respostas.

  • Workshops de descoberta
  • Mapeamento de stakeholders
  • Análise de sistemas legados
  • Definição de requisitos não-funcionais
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Arquitetura

Com o problema entendido, desenhamos a estrutura. Decisões fundamentais documentadas, trade-offs explícitos, fundação sólida antes de qualquer feature.

  • Architecture Decision Records (ADRs)
  • Diagramas de contexto e componentes
  • Definição de padrões e convenções
  • Estratégia de acessibilidade
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Implementação

Código que respeita a arquitetura. Componentes semânticos, testes automatizados, revisões rigorosas. Cada commit é uma decisão consciente.

  • Desenvolvimento iterativo
  • Code reviews focados em qualidade
  • Testes de acessibilidade contínuos
  • Documentação em paralelo
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Validação

Antes de entregar, validamos. Testes funcionais, testes de acessibilidade, revisão com leitores de tela. O que não é verificado, não está pronto.

  • Testes automatizados (axe-core, Pa11y)
  • Revisão manual com tecnologias assistivas
  • Validação de performance
  • Checklist WCAG 2.1 AA

Princípios que sustentam o método

Decisões documentadas

Cada decisão arquitetural importante é registrada com contexto, alternativas consideradas e justificativa. Conhecimento não pode depender de memória.

Qualidade não negociável

Testes, acessibilidade, documentação não são nice-to-have. São critérios de aceite. Entregar menos funcionalidade bem feita é preferível a entregar muito mal feito.

Comunicação clara

Sem jargão desnecessário, sem caixas pretas. Trade-offs são explicados, riscos são mapeados, progresso é transparente.

Melhoria contínua

Retrospectivas honestas, feedback incorporado, processos adaptados. O método evolui com a experiência.